Já faz um bom tempo que não vejo nada de novo nos cinemas, limitando-me aos vídeos constantes nas locadoras e aos poucos animes que baixo da Internet.
Por isso, só agora, há questão de minutos, terminei de ver o filme de Gibson sobre o Nazareno Iesuh ibn Ioussef que viveu na Galiléia e morreu sob o regime do Governador romano Pôncio Pilatos.
Ficou patente que uma nova expressão pôde emergir desse filme : "Apanhou mais que Jesus em filme de Mel Gibson". Achei extremamente exagerada a submissão do expectador a um desfile degradante de cenas que incitam somente ódio e comiseração totalmente vinculadas à uma perigosa exposição anti-semita disfarçadas sob o discurso de "cópia fiel às escrituras". Não que eu queira negar o que dizem as escrituras (até quero um pouco) mas o olhar sobre este fato na história da humanidade merece uma crítica à luz da história contemporânea.

Judas, que é malhado todo sábado de Aleluia, poderia ter visto isto com melhores olhos, não eu.

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