Uma Noite na Taverna

18 janeiro 2011

Noites no Bar do Ubaldo




Fome de Bucetas

Ah! Deus me diga o que eu faço
agora que finda a festa e assim o maço
dos cigarros que embalaram a noite
das loucuras. Vem o açoite

Do desejo nas entranhas carcomendo
E surge em minhas calças um horrendo
monstro que às fodas é fiel parceiro.
Entrego-me a loucura por inteiro

E pelo Rio trafego sem destino.
Sou sátiro, Príapo encarnado,
encaro as mais "erradas" sem o tino.

E bebo com as putas que têm nome
Meu pinto não se encontra enclausurado
Dou outro sentido ao que é ter fome.