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Quem quiser ler poesia com qualidade deve visitar os Links do ARS LONGA VITA BREVIS e o FLORES MORTAS. Estão aí do lado. Clique e divirta-se.
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Estou trabalhando num conto. Na verdade, em vários contos. Vou disponibilizar um link direto para eles em breve. Deixe o recado que mando via e-mala algumas prévias deles. Penso em ilustrações para alguns.

E, fechando o dia, dois poeminhas sob o efeito de vinho, compostos em uma de minhas visitas a Livraria Letras e Expressões.
Visitava a Livraria e, como estava duro qual um coco, comprava o saboroso cappuccino e me deliciava com as Obras Reunidas de Boccage. Quando sobrava um dinheiro, comprava um bom vinho e ia lá também, ler os livros de graça.

Noites de Ubaldo

Ah! Desditoso porre, id contida
Minha alma agora é toda poesia
Mas sua fonte? Apenas fruto da bebida.

Sonhar! De que mais me serviria
O desfrute do álcool senão garantia
Da vida encurtada e do prazer redobrado?

Não confirmarei nada. É tudo alegria.
O álcool apaga o que é meu ser "controlado"
Sou livre e minha alma entrega-se qual toda.

E berra:
"Tudo que há de certo neste mundo exploda.
Há coisas que um homem faz quando bem quer."

FOME ?

Ah! Deus, me diga o que eu faço
Agora que finda a festa e assim o maço
de cigarros que embalaram a noite
das loucuras? Vem o açoite

Do desejo nas entranhas carcomendo
E surge em minhas calças um horrendo
Monstro que às fodas é fiel parceiro.
Entrego-me à loucura por inteiro

E, pelo Rio, trafego sem destino.
Sou sátiro e priapo encarnado
Encaro as mais "erradas" sem o tino.

Então bebo com as putas que têm nome
Meu pinto não se encontra enclausurado
Dou outro sentido ao que é ter fome.




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