31 outubro 2004






Algumas cenas de uma boa dica para sessão da tarde: Monkey Bone - No Limite da Imaginação, Monkeybone no original, de 2001.
Atores : Brendan fraser, Whoopi Goldberg.
Palhinha : Cartunista que sofreu tratamento para curar distúrbios do sono devido a pesadelos vê a sua criação, o macaco Monkey Bone do título, prestes a fazer sucesso na televisão. Ele mantém um romance com sua analista, uma especialista que desenvolveu uma substância capaz de desencadear pesadelos, mas um acidente burlesco o põe em coma profundo antes que ele possa usufruir da fama. Jogado na dimensão do reino do pesadelo ele tenta desesperadamente acordar antes que sua irmã desligue os aparelhos. Detalhe: isto é pra ser uma comédia, e é. Confiram e depois não me xinguem por ter gostado, eu disse que é uma dica pra sessão da tarde.


Já faz um bom tempo que não vejo nada de novo nos cinemas, limitando-me aos vídeos constantes nas locadoras e aos poucos animes que baixo da Internet.
Por isso, só agora, há questão de minutos, terminei de ver o filme de Gibson sobre o Nazareno Iesuh ibn Ioussef que viveu na Galiléia e morreu sob o regime do Governador romano Pôncio Pilatos.
Ficou patente que uma nova expressão pôde emergir desse filme : "Apanhou mais que Jesus em filme de Mel Gibson". Achei extremamente exagerada a submissão do expectador a um desfile degradante de cenas que incitam somente ódio e comiseração totalmente vinculadas à uma perigosa exposição anti-semita disfarçadas sob o discurso de "cópia fiel às escrituras". Não que eu queira negar o que dizem as escrituras (até quero um pouco) mas o olhar sobre este fato na história da humanidade merece uma crítica à luz da história contemporânea.

Judas, que é malhado todo sábado de Aleluia, poderia ter visto isto com melhores olhos, não eu.

Brindo a minha volta ao Blog após problemas com a restauração de sistema do Windows XP, que me fizeram perder o conteúdo da HD, com um link ótimo de história e um aviso: NUNCA USEM A RESTAURAÇÂO DE SISTEMA.




Dêem especial atenção às histórias das Feiticeiras de Salem e a da Guerra do Ópio.

22 outubro 2004



Ainda Caminhando

O meu sangue não estava espalhado nas paredes de mármore do metrô na Carioca
A vida continuava lá fora
Desafiando a lógica de minha angústia

O desejo de parar o mundo com um grito calou minha voz
Gostaria de escrever algo em sangue aqui
Mas dos olhos não escorrem sequer lágrimas

Incapaz de competir com salmos mal interpretados
ou com os malabares mambembes que povoam o Largo
Não declamarei aqui minha canção de protesto

Vou debochar dos carros engarrafados na Avenida Chile
Flanando em direção a Lapa dos boêmios
Onde vagabundos sagrados reinventam revoluções

Nas ruas apinhadas de gente tão diversa
Ecoam verdadeiros versos revoltados
E odes, sorrisos sinceros, de amor à felicidade

Inebriado pelos sons e perfumes da cidade
Recupero minha fé no mundo e minha angústia se cala
A dor no peito, o mundo inadequado, me dão trégua

Ainda que nada tenha mudado e que amanhã seja sábado

05 outubro 2004

LIBERDADE DE IMPRENSA NÃO É LIBERTINAGEM



Ninguém precisa me dizer o quanto esse Maluco é canalha. Deve haver algum dispositivo em algum lugar da legislação brasileira que o proíba de tentar fazer a população de pinico.
Gosto de mulher pelada, morro de rir com algumas situações ridículas. A Rede Tevê é que parece não ter percebido que qualquer idiota faria esse papel melhor que esse Collorido sem graça.

Separei duas matérias pra vocês:

Cocadaboa - Entrevista (fictícia é óbvio)

Observatório da Imprensa -(Coisa séria)

Mais uma vez o governo presta o desserviço de permitir que uma emissora faça o que bem entende em nome da liberdade de imprensa. Tsc, tsc, tsc...

Fair play fairy tale

A alquimia do mercado Transforma necessidade Em merdacoria Vende o que for preciso Diz o que você precisa Con- ...