12 setembro 2005

The Final Cut

Through the fish eyed lens of tear stained eyes
I can barely define the shape of this moment in time
and far from flying high in clear blue skies
I'm spiralling down to the hole in the ground where I hide

If you negotiate the minefield in the drive
and beat the dogs and cheat the cold electronic eyes
and if you make it past the shotgun in the hall
dial the combination open the priesthole
and if I'm in I'll tell you what's behind the wall
There's a kid who had a big hallucination
making love to girls in magazines
he wonders if you're sleeping with your new found faith
could anybody love him
or is it just a crazy dream

And if I show you my dark side
will you still hold me tonight
and if I open my heart to you
and show you my weak side
what would you do
would you sell your story to rolling stone
would you take the children away
and leave me alone
and smile in reassurance
as you whisper down the phone
would you send me packing
or would you take me home

Thought I ought to bare my naked feelings
Thought I ought to tear the curtain down
I held the blade in trembling hands
prepared to make it but just then the phone rang
I never had the nerve to make the final cut


Roger Waters


PINK FLOYD


Se você quer parecer estranho, quer mostrar que realmente não concorda com unanimidades ou simplesmente não quer perder o posto de chato da turma, fale mal do Pink Floyd.
Sempre que ouço alguém falar de alguma banda fico ressabiado com o que as pessoas realmente conhecem dela. No caso do Pink Floyd, eu deixo passar batido. Poucos ouviram Atom Heart Mother inteiro mesmo. Ummagumma?????
Mas é impossível dizer que alguém do planeta desconheça Another Brick in The Wall (Que é tão foda, tão foda, que possui três partes).
Posso dizer que, como pretenso músico, invejo a influência que estes ingleses conseguiram. Psicodelia e engajamento.
O disco que mais gosto é o Final Cut, a verdadeira despedida de um músico e de uma fase. Sem Roger Waters High Hopes me faz a cabeça, Division Bell é um disco indispensável.
Eu recomendo, ouça tudo dos caras.

06 setembro 2005

Gostei muito da seqüência de O Nome do Jogo: Be Cool



Filme inteligente, referências geniais, comédia rasgada, diálogos bem amarrados e tiradas originais.
Pra quem não acredita em boas seqüências...

21 agosto 2005

A atitude que não tomamos
A malícia que negamos
O pecado que não cometemos
As mentiras que contamos
São a lenha do fogo do inferno

O amigo que esquecemos
O dinheiro que não temos
A verdade que omitimos
Palavras duras que não dizemos
São a lenha do fogo do inferno

É lenha, lenha e mais lenha
As chamas crepitam sorrindo

O mal que não dividimos
A preguiça que sentimos
Projetos que não aprovamos
Caminhos que hoje seguimos
São lenha, lenha e mais lenha

As virtudes que cultivamos
O orgulho que não abolimos
As certezas que professamos
Os poemas que não escrevemos
As chamas crepitam sorrindo

Mais lenha ao fogo do inferno

Vamos dançar então um tango com o diabo
Sobre as cinzas de uma doce vida gauche
Pois a noite de sono
Com medo do inferno que pode ser a vida
Não perderemos

E não deitaremos atônitos sob os lençóis
Fingindo fé e adoecendo de esperança
Vamos jogar mais lenha na fogueira
E viver para eternizar o agora
Enaltecer a vida e não o fim

Pois ainda não é chegada a nossa hora
Mais um daqueles testes que todos adoram.

Wolf
What Is Your Animal Personality?

brought to you by Quizilla

06 agosto 2005

Aos que se perguntam qual é o tipo de crítica que eu gosto.

GORDURAMA


Se é pra falar mal, tem que ser assim.
As críticas a Batman Begins e ao Got Behind me Satan são ótimas.


Tenho que postar logo, rapidamente. Não devo deixar passar essa sensação de obra prima do cinema que acabei de assistir.
Rápido... devo anotar. Deixar o link do site na foto do pôster e esperar pelos comentários dos que também viram.
Mas a história começa onde mesmo?

GENIAL!!!


ESTE CARA FEZ ESSE FILME E BATMAN BEGINS

04 agosto 2005



Terminado.
Gostei de muito de ler esse Harry Potter para adultos. A trama é essencialmente policialesca e chego a duvidar da veracidade da notícia que Brown seria execrado pela Igreja pela teoria conspiratória que encerrou no livro. O que ele fez foi somente despertar a curiosidade das pessoas para ela. Quem possui o mínimo de curiosidade sobre o assunto já havia lido referências o suficiente sobre o Graal, Templários, Baphomet e sobre a saga de José de Arimatéia para apenas divertir-se com o livro. Brown chega a citar a teoria da fuga de Cristo e da encenação de sua morte mas não fala de Saint Suplice como local da suposta Tumba do próprio Jesus. Roteiro de um bom filme de ação (e muito bom), este é o livro de Brown.
Muito mais erudito e pertubador foi o enfoque de Humberto Eco na obra O Pêndulo de Foucault, também envolto numa aura de romance policial porém mais literário e menos roteiro de cinema.
As sociedades secretas sempre despertaram curiosidade. Qualquer obra que faça citações a elas vai despertar polêmica. Insira curiosidades matemáticas indiscutíveis como o número Phi e a seqüência Fibonnacci e ... Pimba!!! Mistura de GÊNIO.
Eu, de minha parte, temo muito mais sociedades abertas e públicas como os caras da Cutting Edge. Esses fanáticos me parecem mais atuantes e perigosos com suas idéias ridículas e apego às escrituras da Bíblia do que o Opus Dei.
Bem, o próximo passo é ler Bernard Shaw e Arthur C. Clarke.

19 julho 2005

Matéria do site da última Guitar Player

O Intervalo do Diabo



Intervalo do diabo, ou tonus diabolicus, é como os antigos monges chamavam esse simples intervalo conhecido como trítono. Na época da queda do Império Romano, quando os monges ficavam escondidos em seus refúgios nas montanhas (escapando dos bárbaros saqueadores), eles eram os únicos possuidores de cultura. Quando estudavam peças musicais deixadas pelos gregos e romanos, eles davam significados espirituais aos intervalos. O Ex. 1 (veja na revista) traz uma demonstração completa dos intervalos melódicos básicos criados a partir da tônica de uma escala de C maior e dos outros seis tons da escala (sete, incluindo a oitava). Esses intervalos podem também ser tocados harmonicamente, o que significa tocar ambas as notas simultaneamente, como mostrado no Ex. 2 (veja na revista).

Nós, guitarristas, muitas vezes tocamos a tônica e a quinta juntas (Ex. 3 - veja na revista), criando assim uma quinta justa, a base para power chords. Os monges também adoravam esse intervalo e pensavam que ele era sagrado. Ouça-o no Ex. 4 (veja na revista). Quando tocadas com um reverb cavernoso e alterações de volume em cada ataque, essas quintas paralelas com slides evocam o som do canto gregoriano.
Mas, quando os monges usavam a tônica com a quinta bemol, eles tinham um trítono (Ex. 5 - veja na revista), e eles o chamavam de tonus diabolicus, ou o intervalo do diabo. Por quê? Porque pensavam que ele conjurava o espírito do próprio Satanás, e nos tempos medievais o uso desse intervalo era proibido. Será que eles tinham medo do incrível poder sonoro deste intervalo? Como Jimmy Page e outros guitarristas influenciados pelo blues, usamos esse intervalo o tempo todo em nossa escala padrão de blues (Ex. 6 - veja a revista), que apresenta duas ocorrências da quinta bemol, Eb (ou, enarmonicamente falando, D#) – a nota que cria um trítono junto com a tônica, A. Uso trítonos em minha música Tonus Diabolicus, do meu álbum The Grip. – Lição narrada a Jude Gold.



Veja matéria completa na Guitar Player 111

16 julho 2005

O Albatroz
Tradução de Guilherme de Almeida


Às vezes, por prazer, os homens de equipagem
Pegam um albatoz, enorme ave marinha,
Que segue, companheiro indolente de viagem,
O navio que sobre os abismos caminha.

Mal o põem no convés por sobre as pranchas rasas,
Esse senhor do azul, sem jeito e envergonhado,
Deixa doridamente as grandes e alvas asas
Como remos cair e arrastar-se a seu lado.

Que sem graça é o viajor alado sem seu nimbo!
Ave tão bela, como está cômica e feia!
Um o irrita chegando ao seu bico em cachimbo,
Outro põe-se a imitar o enfermo que coxeia!

O poeta é semelhante ao príncipe da altura
Que busca a tempestade e ri da flecha no ar;
Exilado no chão, em meio à corja impura,
As asas de gigante impedem-no de andar.
Ontem à noite os tavernistas brilharam junto aos poetas cariocas no encontro do Sarau Cultural do SEPE, Sindicato dos Professores, na Evaristo da Veiga 55 sétimo andar. O encontro parece vingar em breve como espaço aos poetas e admiradores de literatura e deve acontecer às terceiras sextas de todo mês.

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Somos mais espertos que os leopardos???
Pelo menos é certo afirmar que somos a única criatura que estabelece vínculo afetivo com aquilo que come.

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O fato de jogar mal não me desanima de jogar um jogo.
Se esse jogo é on line então, aí eu posso perder horas me aprimorando.

Gunz possui ótima engine, leve e com gráficos ótimos. De jogabilidade simples o jogo lembra o bom e velho Counter Strike.

Brazil home delivery apocalipse

Disco do Calipso bombando na banca pirata Playboy virou escolha do proleta E o picareta promovido a novo profeta Caiu na rede o selfie do se...